'Toy Story 4' Chega aos cinemas o fim da história de Woody


20/06/2019

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O lançamento de “Toy Story 4” nas salas de cinema do Brasil nesta quinta-feira (20) de feriado chega como um alento para fãs mais aficionados. 





O último filme da franquia chegou no país há quase 10 anos, também em junho de 2010, o que fez com que muita gente criasse uma super expectativa sobre o enredo da película que encerra a trama - informação já admitida por um produtor do filme, Jonas Rivera.

Sequência nasceu após avaliação de que 3º filme deu fim à história de caubói com Andy, conta diretor. Filme, que destaca Bo Peep e apresenta personagem Garfinho, estreia nesta quinta.

Após o lançamento de "Toy Story 3" (2010), muita gente acreditou - se debulhando em lágrimas - em um desfecho da saga dos brinquedos que ganharam vida, transformando para sempre a história da animação no cinema.

Mas nesta quinta (20) estreia um novo capítulo. Este sim, um final, ao menos para Woody, o caubói protagonista que tem a voz de Tom Hanks na versão original.

"Nós brincamos com essa coisa de final porque dissemos que 'Toy Story 2' seria o último", diverte-se o produtor Jonas Rivera, que começou na franquia como estagiário e só não trabalhou no terceiro filme.

Já reconhecido como um clássico, o primeiro "Toy Story", de 1995, foi a primeira animação toda produzida por computação gráfica. O enredo mostrava a relação do antiquado Woody com o moderno boneco Buzz Lightyear (Tim Allen).

Mais tarde, a saga revelou o passado do caubói como uma celebridade da TV e, depois, colocou em xeque o destino dos brinquedos após o fim da infância de seu dono, Andy.

Tudo parecia resolvido com a transferência da turma para a garotinha Bonnie e uma bilheteria mundial de US$ 1 bilhão no terceiro filme - a segunda maior da história da Pixar.

Apresentada nos primeiros filmes como crush de Woody, Bo volta como uma andarilha de espírito livre, com papel definitivo em um filme que realça a presença feminina - além dela, Jessie e Dolly têm destaque, além da nova vilã Gabby Gabby.

Rivera e Cooley dizem que a mudança não tem a ver com o recente fortalecimento do movimento feminista em Hollywood. "Começamos a trabalhar nisso há cinco anos, então não podíamos prever o que ia acontecer", afirma o diretor.

"Acho que é mais sobre como podemos mudar os personagens para fazer as histórias parecerem completas. Eles precisam passar por coisas importantes para justificar algo ao qual vale a pena assistir."

Outra novidade é Forky (o Garfinho no Brasil), um artesanato criado por Bonnie que ganha vida por ser tratado como brinquedo.

"Somos pais e nossos filhos brincam com qualquer coisa. Então pensamos: se fizéssemos um brinquedo, isso seria, de fato, um brinquedo? Ganharia vida? Todas essas questões, que nos faziam rir, poderiam ser perguntas dos personagens", explica Rivera. "Foi, então, que fizemos o primeiro brinquedo caseiro de 'Toy Story'."

g1