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Uma colisão envolvendo uma moto Honda modelo NX Bros e uma caminhoneta Amarok, deixou um homem morto na zona rural de São Benedito. O triste episódio ocorreu por volta das 09h00 desta sexta (22), na CE 187, altura do cruzamento que leva à localidade de “Pimenteira”, na zona rural do município.



O condutor da moto foi identificado como Antonino Alves Lopes, 55 anos, residente no Sítio Salgado II, o qual sofreu vários ferimentos, sendo socorrido ao hospital local e depois transferido para atendimento de urgência em Sobral. Lamentavelmente o motociclista não resistiu aos ferimentos e veio a óbito antes de chegar em Sobral.

Ibiapaba 24 horas

Um processo oriundo de uma denúncia grave e, três anos depois, uma promoção. O novo diretor adjunto da Penitenciária Industrial Regional do Cariri (Pirc), Cícero Diego Alves de Sousa, é réu em um processo que apura a tortura de presos da Cadeia Pública de Juazeiro do Norte. Oito agentes penitenciários e cinco policiais militares também são réus pelo crime.



O servidor iniciou os trabalhos na nova função em 1º de fevereiro deste ano, mas foi nomeado pelo secretário da Administração Penitenciária (SAP), Luís Mauro Albuquerque, apenas no último dia 14 de março. A portaria, com a nomeação de Cícero Diego e mais 16 novos diretores adjuntos de unidades penitenciárias, foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) da última quarta-feira (20).

O caso de tortura começou a ser investigado pelo Ministério Público do Ceará (MPCE) após a mãe de um detento procurar os promotores de Justiça em uma sala de audiência da 1ª Vara Criminal de Juazeiro do Norte, no dia 21 de setembro de 2015. Quatro dias antes, o filho dela e mais três colegas da cela 3 (conhecida como 'X3') teriam sido agredidos por agentes penitenciários e PMs.

O MPCE apurou, a partir dos depoimentos de vítimas e testemunhas, que "as agressões físicas foram praticadas com tapas, socos, chutes e lançamento de spray de pimenta, bem como causadas através de quedas que os presos sofreram quando foram obrigados a correr sobre o chão do corredor que dá acesso à cela, que fora molhado pelos agentes penitenciários".

A denúncia alega ainda que "os detentos também foram submetidos à tortura psicológica, sofrendo inúmeras humilhações". "Os agentes penitenciários chamaram os detentos de 'filhos da puta', 'lixo' e outros impropérios", completa.

O diretor da Cadeia Pública, o servidor Cássio Magno Ferreira Freitas, teria acompanhado as agressões e questionado aos presos se eles tinham sido agredidos, para ouvir a resposta "não, senhor".

A tortura teria sido motivada por injúrias que os detentos haviam proferido contra os agentes penitenciários. Segundo as testemunhas, o diretor da Unidade também teria feito o seguinte questionamento aos internos: "Vocês ainda vão desrespeitar os agentes?". E novamente ele teria ouvido "não, senhor".

Retaliação

Após denunciar o caso, os detentos do 'X3' teriam sido punidos com a perda do banho de sol e dos aparelhos de televisão que eram mantidos dentro da cela, segundo o MPCE.

Um preso também revelou ter sofrido ameaça de morte de um agente penitenciário, em um corredor do prédio da Perícia Forense do Ceará (Pefoce), enquanto aguardava a realização de exames solicitados pelo Ministério Público. Os exames de corpo de delito realizados pela Pefoce, sete dias após as supostas agressões, identificaram discretas escoriações no cotovelo e escoriações puntiformes nas costas de um preso; enquanto a análise precisa dos demais foi prejudicada (inconclusiva), segundo os documentos.

Cícero Diego de Sousa, Cássio Magno Freitas e os outros 12 suspeitos acabaram acusados pelo crime de tortura (quatro vezes), pelo MPCE. No dia 22 de janeiro de 2016, a Comarca de Juazeiro do Norte aceitou a denúncia e tornou os servidores públicos réus.

O processo se encontra na fase de instrução, com depoimento dos réus, das vítimas e também das testemunhas.

A reportagem não conseguiu contato com a defesa de Cícero Diego e Cássio Magno, patrocinada pelo mesmo advogado. No processo, o defensor afirma que "alguns elementos, buscando vingar-se da bela atuação da segurança pública desta localidade, ludibriam o órgão acusatório a mover a máquina estatal sem qualquer elementos que possam acusá-los".

A SAP informou, por meio de nota, que as ações realizadas no sistema penitenciário cearense "são pautadas pela legalidade". Afirmou ainda repudiar qualquer prática que possa violentar a dignidade humana". Em relação à denúncia contra o servidor Cícero Diego Alves de Sousa, "a SAP entende que não há condenação contra o mesmo. A capacidade técnica e a idoneidade são os critérios para a escolha de profissionais da Secretaria". Disse ainda que "tem adotado uma série de medidas para disciplinar as unidades prisionais, obedecendo à lei e se mantendo vigilante contra atos que possam violentar os direitos das pessoas que cumprem penas em nossas unidades".

Secretário

Um relatório elaborado pelo Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura (MNPCT) e pelo Comitê Nacional de Prevenção e Combate à Tortura (CNPCT) identificou a aplicação de métodos análogos à tortura no sistema penitenciário do Rio Grande do Norte, em 2018, quando Mauro Albuquerque (atual titular da SAP-CE) era secretário naquele Estado. "A ampliação do uso da força como forma de gerir estabelecimentos penais, constituindo modos de atuar que dificultam a implementação de políticas e serviços adequados para a população privada de liberdade, impedem o cumprimento adequado da Lei de Execução Penal e criam diversas situações onde a prática da tortura é exercida com naturalidade por aqueles que deveriam custodiar as pessoas privadas de liberdade", apontou o relatório do órgão ligado ao Governo Federal.

Sobre as denúncias do Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura, a Secretaria afirmou que órgãos fiscalizadores como o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Ministério Público do Rio Grande do Norte constataram que eram improcedentes.

Informações Diario do Nordeste


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AUMENTO E PERDA DAS ÁGUAS DO AÇUDE ARARAS EM 2019

22/03

Açude Araras cota 143,14;
Aumentou em 24hs: 4 cm;
Aumentou em 2019, total: 1,96 m;
Volume 222,03 milhões m³;
(Volume em %) 25,84%;
Falta para sangrar: 9,86m.

21/03

Açude Araras cota 143,10;
Aumentou em 24hs: 8 cm;
Aumentou em 2019, total: 1,92 m;
Volume 220,53 milhões m³;
(Volume em %) 25,66%;
Falta para sangrar: 9,90m.

20/03

Açude Araras cota 143,02;
Aumentou em 24hs: 6 cm;
Aumentou em 2019, total: 1,85 m;
Volume 217,33 milhões m³;
(Volume em %) 25,29%;
Falta para sangrar: 9,98m.

19/03

Açude Araras cota 142,96;
Aumentou em 24hs: 4 cm;
Aumentou em 2019, total: 1,79 m;
Volume 215,21 milhões m³;
(Volume em %) 25,04%;
Falta para sangrar: 10,04m.

18/03

Açude Araras cota 142,92;
Aumentou em 24hs: 4 cm;
Aumentou em 2019, total: 1,75 m;
Volume 213,89 milhões m³;
(Volume em %) 24,88%;
Falta para sangrar: 10,08m.

17/03

Açude Araras cota 142,88;
Aumentou em 24hs: 14 cm;
Aumentou em 2019, total: 1,71 m;
Volume 212,57 milhões m³;
(Volume em %) 24,73%;
Falta para sangrar: 10,12m.

16/03

Açude Araras cota 142,74;
Aumentou em 24hs: 24cm;
Aumentou em 2019, total: 1,57 m;
Volume 207,95 milhões m³;
(Volume em %) 24,19%;
Falta para sangrar: 10,26m.

15/03

Açude Araras cota 142,50;
Aumentou em 24hs: 2cm;
Aumentou em 2019, total: 1,33 m;
Volume 200,03 milhões m³;
(Volume em %) 23,27%;
Falta para sangrar: 10,50m.


14/03

Açude Araras cota 142,48
Aumentou em 24hs: 3cm
Aumentou em 2019, total: 1,31 m.

13/03

Açude Araras cota 142,45
Aumentou em 24hs: 4cm
Aumentou em 2019, total: 1,28 m.


12/03

Açude Araras cota 142,41
Aumentou em 24hs: 10cm
Aumentou em 2019, total: 1,24 m.


11/03

O açude Araras, dia 11/03/2019 cota 142,31
Aumentou em 2019, total: 1,14 m

08/03

O açude Público Paulo Sarasate (Araras), dia, 08/03/2019
Cota 142,00
Aumentou nas últimas 24 horas 6 Cm
Aumentou 83 Cm de altura neste ano
Falta para sangrar 11,0 m.


Fonte: Varjota em Destaque.com / Varjota em Alerta.com

Uma senhora veio a óbito na noite desta quinta-feira (21/03), por volta dás 20h30, na CE-187; Sítio São João, região serrana de Ipu-CE.




A senhora Terezinha da Silva Lima, 53 anos, ao atravessar a rodovia foi colhida por uma motocicleta, guiada por um morador do bairro do Escondido, que se feriu, veio ao Hospital Municipal e acionou a ambulância para socorrer a vítima do atropelamento.

No translado do São João ao Hospital Municipal a senhora Terezinha que teve fratura exposta na perna, e uma forte pancada na cabeça, não resistiu e veio a óbito. O rapaz da motocicleta que ainda se encontrava no Hospital Municipal, ao saber da trágica notícia ficou consternado, e bastante abalado com o ocorrido.

Informações de populares indicam que a senhora Terezinha era viúva e mãe de 06 (seis) Filhos, que agora ficaram órfãos. Fato triste, lamentável!

Informações repórter Francisco José

José Walter de Lima estava preso há sete anos e magistrada considerou "excesso de prazo injustificado" no trâmite do processo. O homem de 48 anos responde por latrocínio, roubo, associação criminosa, entre outras infrações.




O assaltante de banco José Walter de Lima, de 48 anos, voltou à liberdade, através de um habeas corpus concedido pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE). Ele é acusado de integrar a quadrilha que matou um PM durante ataque a uma agência bancária, no Município de Catarina, em 2012.

A relatora da decisão, a desembargadora Lígia Andrade de Alencar Magalhães, justificou que o processo perdura há sete anos, "configurando-se excesso de prazo injustificado", e concedeu liberdade provisória a José Walter, com aplicação das medidas cautelares de comparecimento periódico em juízo e proibição de ausentar-se da Comarca (no caso, Catarina) quando a permanência seja conveniente ou necessária para a investigação ou instrução. O habeas corpus foi concedido no último dia 12 de março.

A decisão contrariou o parecer do Ministério Público do Ceará (MPCE). Em 22 de fevereiro deste ano, a procuradora Lúcia Maria Bezerra Gurgel tinha opinado pelo "improvimento" do pedido de soltura, alegando que o denunciado contribuiu para a demora do processo ao passar um tempo sem representante legal e que devem ser consideradas a necessidade de expedição de cartas precatórias e pluralidade de réus no processo. A defesa do acusado não atendeu às ligações telefônicas.

No último dia 15 de março, o juiz Francisco Hilton Domingos de Luna Filho, respondendo pela Vara Única da Comarca de Catarina, expediu o alvará de soltura e remeteu para a Penitenciária Industrial Regional do Cariri (Pirc), em Juazeiro do Norte, onde o acusado estava preso preventivamente desde 2 de março de 2012, para que ele fosse colocado em liberdade imediatamente.

Reféns

José Walter de Lima é acusado de participar do assalto à agência do Banco do Brasil e às Casas Lotéricas de Catarina, em plena luz do dia, em 27 de fevereiro de 2012. Conforme o Ministério Público, uma quadrilha fortemente armada sitiou o Município por volta de 10h, atacou o destacamento policial, fez reféns e subtraiu o dinheiro dos estabelecimentos.

Os agentes de segurança que se encontravam no destacamento foram feitos reféns, e um assaltante atirou com uma escopeta calibre 12 contra as costas do soldado Antônio Alves Neto, que estava rendido no chão. O PM não resistiu aos ferimentos. Após o tiro, o bando fugiu com armas e coletes dos policiais. O primeiro suspeito de integrar a organização criminosa preso foi Pedro Cruz Negreiros, o 'Naldo', ainda no dia dos crimes. Em seguida, a Polícia chegou à detenção de José Walter, encontrado dentro de uma carroceria de caminhão, no dia 2 de março daquele ano. No dia posterior, quatro membros da quadrilha foram mortos em um confronto com policiais em Acopiara.

Sete réus são acusados pelos crimes de latrocínio, roubo majorado e associação criminosa, no processo que se estende há sete anos. Além dessa ação penal, José Walter responde a crimes do Sistema Nacional de Armas, organização criminosa e homicídio no TJCE. Ele ainda conta com uma fuga da Cadeia Pública de Icó, com apoio externo (um resgate), em 2008, em seu histórico criminal.

(Diário do Nordeste)

Sem banco, moradores de Santana do Acaraú recorrem a caixas em comércios para sacar dinheiro. Na foto, a fila para entrar em uma sorveteria





A rotina de pagamento de contas que outrora era aprazível e, na maioria das vezes, rápida, se modificou depois que a agência bancária do Banco do Brasil, em Santana do Acaraú, foi atacada em setembro do ano passado. O aposentado Manoel Edvando Ponte mora ao lado do banco que fora alvo da ação criminosa. Ele relembra que, anteriormente, quando tinha que sacar dinheiro ou efetuar qualquer pagamento, a tarefa era desempenhada em poucos minutos. "O banco é ao lado da minha casa. Não pegava filas e fazia tudo bem rápido, era muito bom", diz.

Este cenário, no entanto, não existe mais. E não só para ele. Moradores de 50 municípios do interior do Ceará que tiveram agências explodidas por ações criminosas, sofrem com a precariedade dos atendimentos bancários. Depois dos atentados, os serviços ofertados foram reduzidos, e os prédios onde as unidades funcionam não são adequados. Em muitos casos, falta dinheiro. Somados, todos esses problemas trazem impactos sérios na economia dessas regiões. Quem precisa sacar dinheiro, por exemplo, acaba tendo que se deslocar para cidades vizinhas. "Tenho que ir até Massapê ou Sobral. Não é perto, tem que pagar passagem cara", lamenta o lavrador José Walter Gomes.

Além dos custos com deslocamento, os usuários se queixam do iminente perigo que correm por ter que percorrer grandes trechos em rodovias portando dinheiro em espécie. "Gastamos dinheiro para ir até a outra cidade e ainda corremos o risco de assaltos. Está difícil", desabafa a dona de casa Maria das Graças Lopes. É justamente esse dinheiro extra gasto com deslocamento que gera impacto na economia. O comércio já sente os efeitos. "As compras diminuíram bastante", pontua o empresário Mário Gurgel, dono de um mercantil no Centro da cidade.

Prejuízos

A mesma situação se repete em outras regiões do Estado. No Cariri, na cidade de Nova Olinda, a agência do Banco do Brasil foi explodida por assaltantes em julho de 2017. Em dezembro daquele mesmo ano, os atendimentos foram retomados de forma descentralizada em diversos pontos da cidade. A agência dos Correios e três farmácias do Municípios atuam como correspondentes, no entanto, assim como ocorre em Santana do Acaraú, os serviços não são ofertados em sua totalidade. Está disponível apenas depósitos e saques - quando há dinheiro.

"As nossas inadimplências aumentaram, o dinheiro desapareceu da cidade e não tem nenhuma solução, nenhuma perspectiva de melhora. Quem alavanca o comércio do município é o dinheiro circulando", observa o comerciante Evandro Rufino.

Tendência

Segundo levantamento do Sindicato dos Bancários do Ceará, depois dos atentados criminosos, as instituições financeiras estão preferindo atuar com representantes e, como medida cautelar, diminuíram a circulação de dinheiro nas 50 cidades que foram alvo de ataques. O presidente do Sindicato dos Bancários do Ceará, Carlos Eduardo Bezerra, reconhece que nos locais que não há agências bancárias, há uma fragilidade econômica muito grande no comércio.

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"Uma agência que não retoma o seu funcionamento significa uma interrupção no sistema de pagamento, no fomento, no crédito e isso traz um prejuízo incomensurável para as regiões do nosso Estado".

Bezerra acrescenta ainda que algumas agências retomam o funcionamento sem cofre, "isso significa que aquele banco está aberto, mas não tem circulação de moeda e isso precariza bastante o atendimento". Outra situação são as agências que retomam o funcionamento e ficam movimentando apenas recursos que está na própria cidade. "Ou seja, é um recurso aquém do necessário para garantir o devido sistema de pagamento, de aposentadorias, de salários. Nossa perspectiva é que os bancos assumam as responsabilidades, inclusive da concessão do papel-moeda para garantir o desenvolvimento do Ceará".

Para reverter este quadro desfavorável, o Sindicato dos Bancários do Ceará "fez vários encaminhamentos para solucionar a questão, como diversas audiências, sobretudo com a direção do Banco do Brasil, que é o banco mais atingido pelos ataques". Por sua vez, o banco garantiu que trabalha para recompor as estruturas danificadas durante esses ataques com a maior brevidade possível. "Esses ataques têm levado a contingenciamentos, suspensão temporária ou mesmo definitiva do atendimento em alguns municípios do País", destacou a assessoria do Banco.


Diario do Nordeste

Recebemos uma informação de quê durante a madrugada desta sexta-feira (22.09.19), a população da Rua Ferroviária, localizada no Bairro do Sumaré. ouviu uma rajada de tiros, em média de 50 tiros disparados em uma residência. Já pela manhã foi constada pelo menos três óbitos, entre os corpos foi identificado apenas um, que seria de um jovem identificado apenas por "Bruno".



 Segundo populares, os corpos foram recolhidos ainda na madrugada por peritos do IML de Sobral. A qualquer momento estaremos atualizando nossas informações!

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